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sexta-feira, 30 de junho de 2017

Vontade de Deus ou Permissão de Deus?

Vontade de Deus ou vontade humana?
Deus, vontade, decisão, obediência
O que podemos fazer pra diferenciar a vontade diretiva de Deus e a vontade humana?
O propósito de Deus não muda jamais pois ELE vela pela sua palavra pra que ela se cumpra
Deus não se submete a nossa vontade mas ELE quer que nos adaptamos a soberana vontade Dele pra nossa vida.
Quando decidimos algo a nosso interesse temos que tomar cuidado pra nao direcionarmos nosso interesse qualificando como sendo esta a vontade de Deus.
Deus e imutável e isto e caráter de Deus.  Ele não muda nada em seus propósitos
Se afirmamos que esta ou aquela e a vontade de Deus , temos que saber diferenciar vontade e direção de Deus. Vontade ELE determina m direção ELE nos permite escolher e decidir.
O que cabe a mim escolher ou decidi em ELE me fará entender pra decidir, o que couber a Ele decidir não cabera a mim determinar e nem opinar. " quem escolheu a mente do Senhor para que possa instrui lo?
Onde estavas tu quando eu fundava a terra? Jo 38:4
Muitos querem aderir a sua vontade a vontade de Deus como se Deus fosse obrigado a aceitar aceitar sua vontade.
Nem  mesmo Jesus quis aderir a vontade de Deus a sua vontade mas decidiu que seja feito a vontade de Deus em detrimento até mesmo a sua própria vida.
Algumas coisas nos vem como vontade e são realizados porque Deus já antes Javi pre determinado por sua pré ciência sabendo o que seria melhor p nos pois ELE sabe o passado, faz nosso presente e ja tem preparado nosso futuro e como Pai e DEUS zeloso ELE prepara nosso futuro adequando nos a sua vontade reconhecendo nossa fragilidade e pouca sabedoria em decidir pelo melhor pois só vemos o presente.


Muitos dizem que querem seguir a vontade de Deus. É uma boa decisão, mas não tão simples assim. Quando a vontade de Deus parece estar em acordo com a nossa vontade, com o que achamos e queremos, estamos diante de uma facilidade de segui-la, de compreendê-la, de aceitá-la. No entanto, em muitos momentos a vontade de Deus nos incomoda, pois é totalmente contrária ao que achamos que deveria ser.

Jesus estava angustiado, triste, nem de perto a realidade de passar pelo sofrimento da cruz era agradável, gostosa, desejável. Ele, então, expõe a Deus o seu incomodo: “Adiantando-se um pouco, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice!” (Mt 26. 39).Uma oração de quem está confrontado com a vontade de Deus, de quem preferia que as coisas fossem de outra forma, talvez menos dolorosa.

Paulo também passou por um momento semelhante. Quem em sã consciência gostaria de viver com um “espinho na carne”, seja ele o que for? Ninguém gosta de espinhos! Gostamos de rosas! Paulo se volta a Deus e também demonstra o incomodo com a vontade de Deus que não batia com a vontade dele. “Por causa disto, três vezes pedi ao Senhor que o afastasse de mim. Então, ele me disse: A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza.” (2Co 12. 8-9).Uma oração de quem está inconformado com a vontade de Deus. Por que a vontade de Deus não se enquadra em minha vontade e Ele tira este espinho da minha carne? Por que tem de ser assim?

Nem sempre a vontade de Deus será aquilo que a nossa vontade deseja. Nesse ponto muitos desistem de seguir a Deus, abandonam a fé, se desviam, amaldiçoam a Deus. O que fazer então? O que precisamos fazer nos momentos onde a vontade de Deus e contrária aquilo que desejamos, que achamos que deveria acontecer?

Os exemplos de Jesus e Paulo nos mostram tanto o problema quanto a solução a essas questões.A vontade de Deus sempre deve prevalecer sobre a nossa vontade; e isso de forma consciente, reverente, alegre. Veja a sequência da oração de Jesus e de Paulo:

Depois de compreender o seu próprio coração e a vontade de Deus, Jesus declara ao Pai: “Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres.” (Mt 26. 39).Devemos ser submissos à vontade do Pai quando ela é contrária à nossa vontade. Podemos sim orar como Jesus fez, mas devemos nutrir em nosso coração o sentimento de renúncia em prol da obediência aos desígnios de Deus. Isso não é ser resignado, mas ser submisso e cooperador dos propósitos de Deus. Foi o que Jesus fez!

Depois de conscientemente avaliar a resposta dada por Deus e o desejo de seu próprio coração, Paulo conclui: “De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo.” (2Co 12. 9). Renunciar à nossa própria vontade não é tarefa fácil, mas é tarefa fundamental. Salta aos olhos Paulo encarar a situação “de boa vontade”, ou seja, de forma alegre, sem ressentimentos, com compreensão. Paulo viu que submeter-se a Deus era abrir o coração para o aperfeiçoamento do poder de Cristo em sua vida.

Por mais difícil que seja, paremos de orar: seja feita a minha vontade; e oremos de fato e de verdade: Pai, seja feita a Tua vontade, assim na terra como no céu!

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